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Anvisa aprova Inluriyo (inlunestranto), primeiro comprimido diário para câncer de mama com mutação ESR1
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Anvisa aprova Inluriyo (inlunestranto), primeiro comprimido diário para câncer de mama com mutação ESR1

Por Carlos Oliveira·18 de agosto de 2026·1 min de leitura
Este conteúdo é informativo e não substitui orientação médica ou nutricional profissional. Consulte sempre um especialista antes de iniciar dietas ou usar medicamentos.

O que é o Inluriyo

O Inluriyo é o nome comercial do inlunestranto, medicamento oral aprovado pela Anvisa em junho de 2026 para o tratamento do câncer de mama avançado.

Para quem é indicado

É indicado para pacientes adultos com câncer de mama localmente avançado, que não pode ser removido por cirurgia, ou metastático — com receptor de estrogênio positivo (RE+), receptor 2 do fator de crescimento epidérmico humano negativo (HER2-) e mutação no gene ESR1. A indicação é específica para quem já passou por terapia endócrina anterior e não respondeu de forma satisfatória ao tratamento.

Por que a mutação ESR1 importa

A mutação ESR1 costuma surgir justamente como resposta do tumor aos tratamentos hormonais usados no câncer de mama com receptor de estrogênio positivo — é um dos principais mecanismos de resistência que fazem esses tratamentos pararem de funcionar ao longo do tempo. Até a chegada de medicamentos como o Inluriyo, as opções para esse cenário específico eram mais limitadas.

Como funciona

O inlunestranto é um antagonista oral do receptor de estrogênio que promove a degradação contínua dessa proteína nas células tumorais — inclusive nos casos com a mutação ESR1, que costuma tornar outros tratamentos hormonais menos eficazes. Ao degradar o receptor, o medicamento reduz o estímulo que alimenta o crescimento do tumor.

Como é usado

É um comprimido de uso oral, tomado uma vez ao dia — uma característica que pode facilitar a adesão ao tratamento em comparação com terapias que exigem infusão ou aplicações frequentes.

O tratamento deve ser prescrito e acompanhado por oncologista, geralmente após confirmação da mutação ESR1 por exame específico. Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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